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O Futuro dos Jogos de Tabuleiro

Uma nova tecnologia desenvolvida na Universidade Queens, no Canadá, pretende mudar os tradicionais jogos de tabuleiro.

À primeira vista, os simples hexágonos de cartolina não parecem capazes de muito, mas basta ligar o projetor conectado à uma câmera e um PC para que eles se transformem em um tabuleiro interativo.

Os usuários podem juntar peças, “derramar”uma imagem de um hexágono para o outro, girar a projeção para ter visão de todos os ângulos de um objeto ou controlar, por exemplo, o “ataque” de um exército pelo toque na cartolina.

O projeto pode ser adaptado a diversos tipos de jogos, e foi apresentado em uma conferência no MIT. Veja abaixo o vídeo mostrando seu funcionamento:

Sweet Dreams - Eurythmics X Marilyn Manson

Desde o post onde comparei a versão de Hallelujah de Leonard Cohen e Jeff Buckley fiquei com vontade de fazer um tipo de "série" comparando algumas músicas originais e suas versões. Então, resolvi dar continuidade. Vou postando conforme for lembrando das versões.

"Estava eu, em um aniversário e a aniversariante gostava de Marilyn Manson. Começou a tocar uma música e depois de algum tempo eu percebo que na verdade era um cover do Eurythmics (o qual eu não sabia o nome da banda, mas lembrava o nome da cantora - Anne Lenox - que também fez a trilha sonora da trilogia "O Senhor dos Anéis"). Aí ela chega toda animada e fala:
- Essa é a melhor música dele e a que eu mais gosto!
Aí eu falo:
- Não é dele, é um cover.
- Mentira!
- Verdade.
- MENTIRA!
- Verdade.
Depois ela parou e ficou uma boa parte da noite indignada pela música não ser do seu "ídolo". E só se convenceu quando eu mostrei no fim da festa o vídeo no youtube da versão original e da cover."

P.S. (MUITO IMPORTANTE): Não quer dizer que tudo que eu coloco no blog faz parte do meu gosto musical.



Olhar cinematográfico para o Super Bowl

Contrariando todos os prognósticos dos especialistas norte-americanos, o New Orleans Saints conquistou neste domingo o título do Super Bowl ao derrotar de virada o Indianapolis Colts por 31 a 17, no Sun Life Stadium, em Miami.

Foi mais uma edição do evento esportivo mais popular dos Estados Unidos, o que, consequentemente, o torna uma das mídias mais caras do planeta. Para se ter uma ideia, um anúncio de trinta segundos custou a bagatela de US$ 3 milhões!

Imagine então se um evento tão grandioso assim fosse dirigido. Isso mesmo, imagine a final do futebol americano dirigida não por um qualquer, obviamente, mas por grandes nomes do cinema. Um Quentin Tarantino, um David Lynch ou mesmo um Godard... Ok, pare de imaginar então, até porque já fizeram isso por nós, e se delicie com o vídeo abaixo produzido pelo Slate V. Genial!

Lost Generation

Segundo a Wikipedia, um palíndromo é uma palavra, frase ou qualquer outra sequência que tenha a propriedade de poder ser lida tanto da direita para a esquerda como da esquerda para a direita.

Quando bem estruturado, o efeito pode ser considerado devastador, daqueles de deixar todo mundo de boca aberta. Caso deste vídeo, recentemente premiado no U at 50 Challenge, um concurso promovido pela AARP (Associação Americana de Pessoas Aposentadas), cujo propósito é estimular jovens de até 20 anos a criar projetos multimídia sobre como se veem com 50 anos.

Ebene Quartet tocando Misirlou

Quando fui buscar mais informações sobre a música Misirlou, famosa por ter sido utilizada por Quentin Tarantino em Pulp Ficton, descobri algumas coisas bacanas. A música, escolhida como tema pelo comitê organizador das Olimpíadas de Atenas em 2004 por ser a música grega mais influente de todos os tempos, foi gravada por várias bandas de rock e é também tema do Guitar Hero III. Vale a pena conferir esta versão tocada pelo Ebene Quartet (Quatuor Ebène):

The Pale Blue Dot

Uma emocionante mensagem de Carl Sagan para começar o ano com a noção de que não passamos de habitantes de um pixel azul no universo. De arrepiar.

Hallelujah - Jeff Buckley / Leonard Cohen

Leonard Cohen escreveu e compôs "Hallelujah", editado em "Various Positions", de 1985, mas a interpretação de Jeff Buckley, no "Grace", de 1994, aperfeiçoou extraordinariamente o tema. Diz-se que Cohen, depois de ouvir Buckley, terá dito que não mais teria coragem para cantar a sua própria canção – não sei se isto é verdade, tem ar de lenda urbana, mas a canção de Jeff Buckley impõe-se a qualquer outra, até, um bocadinho, ao original de Cohen.

"Hallelujah" não é uma canção de Natal ou uma canção de amor convencional: é um poema de amor total que usa um imaginário antigo, rico, e o reconcilia com a sensibilidade actual, a do homem que se questiona e questiona, que não sabe, que cai e se levanta, se desanima, anima e continua.

Poema de amor, desilusão e fé, "Hallelujah" abre, de uma forma muito bonita, a ideia de hallelujah. Sobretudo em Buckley, que teve de dar muito de si para chegar a esta guitarra assombrosa, a este ritmo, à voz a deslizar pela música como um corpo vivo, à intimidade delicada e insuportável, à textura exacta que cada verso encontrou para sair inteiro de cada nervo seu e soar inteiro em cada nervo nosso, a esta demora magnífica, à sílaba que prolonga no fim da canção, imediatamente antes de nos deixar sozinhos na noite escura.

Jeff Buckley:


Leonard Cohen:

Uma refeição à la Jetsons

Um novo conceito de restaurante criado em Nuremberg, na Alemanha, permite com que os fregueses se sintam literalmente dentro de um episódio dos Jetsons, série de animação da Hanna-Barbera exibida na década de 60 que introduziu no imaginário das pessoas da época o que seria ou poderia ser o futuro da Humanidade.

O `s Baggers criou um sistema já batizado de net-service, em que todo o atendimento ao cliente, da escolha dos pratos ao pagamento da conta, é automatizado.
Ao se sentar, em vez de ser recebido por um garçom, o cliente se depara com uma tela touch screen com acesso à Internet, na qual digita o número de pessoas que estão na mesa. Na sequência é atribuída uma cor a cada pessoa para a correta identificação do pedido dos pratos e das bebidas. Além do cardápio, estão disponíveis informações que vão desde a proveniência dos ingredientes até a quantidade de calorias das iguarias. Enquanto a comida não vem, o cliente pode se entreter navegando pela Rede e, como não poderia deixar de ser, na hora da dolorosa, basta digitar os dados do seu cartão.
O grande barato da coisa é justamente a chegada do pedido. Existe um sistema de trilhos de aço em espiral ligado à cozinha que traz a refeição até ao centro da mesa, fazendo assim com que todos os pratos caiam literalmente do céu. Para evitar acidentes durante o transporte, panelas e garrafas são afixadas em anéis presos em dois tubos metálicos paralelos. Depois de a comida aterrissar, os clientes podem se servir em pratos de cerâmica encontrados sobre a mesa ou optar mesmo por comer direto da panela.
O conceito inspira-se nos pratos de sushi japoneses, servidos através de tapetes rolantes, mas desenvolve-o e melhora-o. As vantagens são visíveis: há um ganho considerável de tempo, menos custos para o proprietário do restaurante e menos enganos no atendimento aos clientes - o computador não erra. Apenas a limpeza das mesas não é ainda automática.

Entenda melhor o funcionamento da casa no vídeo abaixo:

Blur nas telonas em 2010

Será lançado mundialmente em Janeiro de 2010 o No Distance Left To Run , documentário que mostra os quatro membros do Blur juntos pela primeira vez em nove anos durante a aclamada turnê de 2009.

Com material de arquivo inéditos ao lado de novas entrevistas, ensaios, cenas de backstage e reportagens, o filme narra os altos e baixos da banda britânica dos finais dos anos 80 até o seu regresso a Glastonbury e Hyde Park. O resultado é uma meditação sobre o mais puro espírito e identidade ingleses. Imperdível para fãs da música da terra da Rainha.

Confira o trailer:

Personagens hilários de Jeff Dunham


“Achmed, o Terrorista Morto” é uma impagável caveira de olhos esbugalhados que a todo momento ameaça matar qualquer um (“Silence! I kill you!”). Já “Walter” é um velho aposentado, chato, mal-humorado, casado há 46 anos, braços cruzados constantemente, veterano de guerra e absolutamente desiludido, com tudo e todos. Diferente de “José Jalapeño”, um mexicano em forma de pimenta (que faz questão de dizer que é cubano), com direito a muita prosa, sombreiro e bigode.

Todas essas figuras hilárias fazem parte do arsenal de Jeff Dunham, o mais importante ventríloquo dos EUA e uma das maiores personalidades desse gênero no mundo. Sua ventriloquia é comédia pura e nada passa por suas apresentações sem humor.

Bem diferente, aliás, de outros grandes profissionais desse gênero que enveredaram por caminhos mais dramáticos. A fórmula tem dado certo. Há 15 dias, estreou seu programa “The Jeff Dunham Show” na rede Comedy Central (TV a Cabo dos EUA) com audiência de 5,3 milhões de espectadores, a melhor “marca” de uma estreia em toda a história da rede. Seu primeiro trabalho como ventríloquo multimídia ocorreu há 20 anos como convidado no Tonight Show, de Johnny Carson. De lá pra cá Dunham já vendeu mais de 4 milhões de DVDs e seus hits no YouTube já ultrapassam 140 milhões.

Aos 47 anos, sendo muitos deles vividos pelas estradas em shows do tipo stand-up, Dunham conhece tudo do ramo. Possui um grande senso de time (vital para um ventríloquo), trabalha com bons textos, domina totalmente a manipulação dos bonecos e chega quase à perfeição nas mudanças de voz para cada um de seus personagens. Estes, por sua vez, formam uma galera politicamente incorreta, que não poupa nenhuma celebridade para fazer a plateia rir.

Confira abaixo o imenso talento de Jeff Dunham com seu “Walter” e se entregue a uma das mais antigas técnicas de humor teatral. Duvido que não morra de rir! (vídeo legendado)



Onde Vivem os Monstros


Adaptações de livros clássicos para o cinema sempre geram controvérsias. Alguns gostam, outros reclamam que muitas de suas partes preferidas da obra original foram suprimidas. Mas e quando a adaptação cria um roteiro cinematográfico de quase duas horas de duração em cima de uma história original de poucas frases?

Onde vivem os Monstros, do americano Maurice Sendak, é um clássico infantil de 1963, laureado com a Caldecott Medal (uma premiação para os mais importantes livros para crianças). Através de um casamento perfeito entre texto e imagem, o autor conta a história de Max, um garoto que acaba na terra dos monstros depois de fazer algumas maldades em sua roupa de lobo.

Agora, em 2010, o diretor Spike Jonze (de Quero ser John Malkovich e Jackass), em parceria com Dave Eggers, criou um roteiro que tem por base as desventuras de Max e seus amigos monstros.

A expectativa por trás dessa ousadia é grande. Afinal, o livro é muito querido nos Estados Unidos e possui uma verdadeira legião de fãs. Ele acaba de ser lançado por aqui, com quarenta e seis anos de atraso, e promete conquistar mais alguns admiradores.

O filme é muito bonito. Os efeitos são muito bons, a fotografia é sensacional e os monstros são muito realistas. Forest Whitaker, Lauren Ambrose (de Six Feet Under) e Catherine O’Hara (a mãe de Macaulay Culkin em Esqueceram de mim) são alguns dos atores que emprestaram suas vozes às criaturas, tornando-as mais humanas do que sua aparência assustadora seria capaz de sugerir.

A historia consegue entreter crianças e adultos ao mostrar como uma amizade pode ser abalada por pequenas desavenças. Ao contrário do livro, no entanto, falta o impacto produzido pela combinação entre imagem e texto criada por Sendak. Max (interpretado por Max Records) é cativante, assim como as próprias criaturas. Mas é só isso. Não é um filme arrebatador, capaz de fazer os espectadores falarem sobre ele durante horas, como é o caso da obra original.

Uma produção interessante, que vale a pena ser vista. Especialmente se conseguir despertar o interesse dos espectadores para o livro de Sendak. Esse, sim, uma obra-prima. O filme estréia no Brasil no dia 15/01/2010. Destaque para a trilha sonora, "Wake Up" da banda canadense ARCADE FIRE.

Playing for Change - Músicos do Mundo

Já faz um tempo que conheço esse projeto e postei aqui porque realmente vale a pena conferir.
É de arrepiar.
O projeto multimídia Playing for Change parte de uma idéia incrível: reunir músicos ao redor do mundo em torno de uma criação coletiva, produzindo uma mensagem de paz e esperança através da música. Interessante é que os músicos nunca se encontram. As gravações são realizadas nas ruas em diversos países e cada um vai acrescentando sua parte. A produção é feita a partir de um estúdio móvel, com notebooks, microfones, fones de ouvido, baterias de carro, câmeras de vídeo e outros equipamentos que garantem a alta qualidade das gravações.

A iniciativa partiu do músico americano Mark Jonhson, que passou dez anos viajando pelo mundo e gravou artistas de rua interpretando sucessos universais como Stand by Me, One Love e Don´t Worry.

O produtor compilou os “melhores momentos” de sua turnê pelas ruas do mundo em CDs e DVDs e está vendendo a obra coletiva pela web, além de coletar doações para seu projeto. A ideia de Jonhson é gerar renda e garantir um naco do faturamento fonográfico global para gente que, a despeito do talento, não se encaixa no perfil das gravadoras.

Confira abaixo um dos últimos vídeos produzidos para o DVD, que conta com a participação especial de Bono Vox.

Não deixe de visitar o site do movimento.

Jeito Geek de Dançar

A única coisa mais geek do que dançar uma música lenta separado a um braço de distância do parceiro é o Pong Prom. Os casacos da Covert Ahletics têm LEDs móveis que mostram um jogo de Pong no peito. E o controle é o quadril do seu par.

Pong Prom from Ed Keeble on Vimeo.

Parece um jogo, mas é um telejornal

A Next Media, maior grupo de mídia de Hong Kong, voltou a ganhar destaque em blogs de mídia e tecnologia. Desta vez, por causa de mais uma de suas novidades ou, se preferir, excentricidades.

Durante a cobertura da polêmica em torno do jogador Tiger Woods, para explicar o caso em seu noticiário online, o grupo de mídia utilizou animações semelhantes às desenvolvidas para jogos de PS2 e Xbox. O Wall Street Journal já rotulou como 'animated news'.

Segundo o jornal, a Next Media ficou dois anos estudando como inserir as animações em seu ‘telejornal para internet’, que são feitas em equipe, junto a desenvolvedores, jornalistas e designers. As animações lembram muito aquelas cenas intermediárias em jogos como Silent Hill e Resident Evil. Segue abaixo o vídeo. No futuro, a intenção é produzi-las para emissoras nos EUA.

Pixar para crianças ou adultos? UP

Definitivamente a Pixar não está fazendo filmes apenas para as crianças. Desde Ratatouille o estúdio vem abordando nos seus filmes temas bem mais “humanos”, com conteúdo e com uma história passível de reflexão filosófica. Em Wall-E, aconteceu que algumas crianças não gostaram muito do filme por ele ser relativamente longo, com personagens que falam pouco (mas com muita expressão) e com uma mensagem ainda complexa para a maioria delas. Porém, é inegável a qualidade e a sensibilidade com que o estúdio produz suas películas.


Enquanto as crianças vão ao cinema despreocupadas, (ficam fazendo perguntas e gritando toda hora na sessão) só esperando a hora de algum personagem diferente fazer alguma coisa engraçada, os pais vão na preocupação de não querer passar duas horas sentados assistindo um filme irritante, com bonecos irritantes e uma história mais irritante ainda.

Com suas excelentes animações, nunca foi problema para a Pixar cativar crianças e adultos. Proporcionando assim, satisfação para ambas as partes. As crianças ficam embasbacadas com os personagens e os pais felizes por terem assistido um filme com uma ótima trilha sonora e com uma mensagem que realmente conduz a uma reflexão.

UP foi o último filme em cartaz da Pixar e lembro-me que o trailer chamou muito a minha atenção pelo fato do personagem principal ser um velho ranzinza. Já começa daí a diferença com outros filmes do gênero. Gostei também por ser um filme mais triste que o normal. Esse vídeo que eu escolhi, mostra (para mim) a melhor parte do filme, e também a mais triste. Só essa parte já merecia o Oscar 2010. E só para finalizar, UP está sendo escolhido por praticamente todos os críticos de cinema como um dos 10 melhores filmes de 2009, sendo a única animação da lista.


There Will Be Blood - Prospectors Arrive


Música que compôs a trilha sonora do filme Sangue Negro (There Will be Blood) do diretor Paul Thomas Anderson. A trilha do filme foi feita por Jonny Greenwood, músico da banda Radiohead. Jonny está no posição 59 da lista de melhores guitarristas de todos os tempos, elaborada pela revista Rolling Stone.

Sott Joplin - O Rei do Ragtime

Scott Joplin (Texarkana, entre julho de 1867 e janeiro de 1868 - Nova Iorque, 1 de abril de 1917) foi um compositor e pianista estadunidense. Uma das figuras mais importantes no desenvolvimento do ragtime clássico, para o qual desejava um status similar ao da música que seria proveniente da Europa, e a possibilidade de admitir composições extensas, como óperas e sinfonias.



Embora sua família fosse pobre (seus pais foram mendigos), o jovem Joplin chegou a estudar piano clássico quando criança. Por volta de 20 anos, tornou-se pianista, viajando pelo centro-oeste americano. Em 1895 publicou sua primeira composição: “Please Say You Will”.



“Maple Leaf Rag” foi seu mais famoso “Piano Rag” da época, garantindo-lhe o título de “Rei do Ragtime”. No total foram cerca de 60 composições, 41 delas “Piano Rags”, entre outras canções, marchas e a ópera “Treemonisha” (produzida sem sucesso em 1915 mas seria revivida em 1957 com grandes resultados).


Essa música compôs a trilha sonora do filme “O Curioso Caso de Benjamin Button”.

Nunca reconhecido em vida como o sério compositor que era, Scott Joplin recebeu este respeito apenas postumamente, quando seu trabalho foi republicado em 1972 e aclamado pela comunidade popular e escolar.

Ragtime

De 1896 a 1917, o ragtime era o mais popular “idioma” musical dos EUA.

O estilo originou-se dos palcos de casas freqüentadas por negros (“Music Hall”, “Vaudeville e “Burlesque”), e o termo originou-se da expressão “ragged time” (tempo fragmentado referindo-se ao ritmo sincopado e de contra-tempo).



Alguns dos mais famosos temas do estilo são “Hello Ma Bany” (1899), “Under the Bamboo Tree” (1902) e “Alexander’s Ragtime Band” (1911), esta última citada por algumas fontes como “a música tocada pela orquestra do famoso navio Titanic, no momento de seu naufrágio em 1912”. Dentre os temas instrumentais do estilo destaca-se “Maple Leaf Rag” (1899), de autoria de Scott Joplin.



O Ragtime hoje

Hoje, o ragtime é tido simplesmente como música de piano. Isto porque o “Rag vocal” fundiu-se com a música popular, enquanto o “Rag de Pino” manteve sua distinção, se tornando um elemento importante do jazz instrumental.

O “Rag de Piano”, composto tanto para se ouvir como para se dançar, era semelhante ao ritmo de uma marcha de salão com a diferença de sua melodia sincopada.

O interesse pelo ragtime foi renovada nos anos 70, primeiro com algumas gravações clássicas e a publicação de uma coleção de trabalhos de Scott Joplin, depois com a utilização da música do mesmo no premiado filme “The Sting” (1973) e mais recentemente, com a película “Ragtime”.

The Pacific - A Nova Minissérie da HBO





The Pacific, série da HBO que Steven Spielberg e a dupla de sócios da Playtone, Tom Hanks e Gary Goetzman, criaram ao melhor estilo Band of Brothers.

►O projeto foi instalado em Melbourne, onde ocorreu a pré-produção e também a seleção de elenco.

►A minissérie em dez partes contratará 180 atores australianos, homens de 20 anos em sua maioria, e pelo menos 250 coadjuvantes e figurantes.

►O orçamento total é de 150 milhões de dólares, preço de um blockbuster de cinema.

►A nova mini-série relata as batalhas da Segunda Guerra Mundial no Oceano Pacífico. Já Band of Brothers, minissérie vencedora do Emmy 2002, enfocava o desembarque dos paraquedistas do exércitos dos EUA em campos de batalha da Europa.

►O time de diretores de episódios: Tim Van Patten, Carl Franklin, Graham Yost, Tony To e Jeremy Podeswa.

►Estréia: Março 2010

5 Dramas sobre Segunda Guerra

01. Império do Sol - Steven Spielberg


02. O Pianista - Roman Polanski


03. A Lista de Schindler - Steven Spielberg


04. A Queda-As Últimas Horas de Hitler - Oliver Hirschbiegel


05. A Escolha de Sofia - Alan J. Pakula


Outros:
Um Homem Bom
Os Deuses Vencidos
A Noite dos Generais
Amar e Morrer
A Vida é Bela
Filhos da Guerra
Adeus, meninos
Esperança e Glória
Casablanca
Fugindo do Inferno
A Raposa do Mar
A Ponte de Rio Kwai
Cinzas de Guerra
A Guerra de Hart
O Menino do Pijama Listrado